30.5.11

Beber, beber

Continuando, agora para a categoria Bares, que não é, nem de longe, a minha especialidade. Vou me limitar a elencar, sem muita convicção, dentre os poucos que frequento eventualmente...

Boteco: Beirutão, né?

Drinks: O novíssimo Glow (no espaço Ecco, ao lado do Liberty) me surpreendeu muito. Desde o finado ID Café eu não via uns drinks tão legais. Quero ir ainda ao BalcoNY, parece que promete.

Cozinha: Os petiscos do recifense Boteco são imbatíveis.

Música ao vivo: tetesto.

Para ir a dois: Café Savana. Se for com alguém do mesmo sexo, não vai ser discriminado, e se for com alguém do outro sexo, há uma enorme chance de não conhecer ninguém e ficar bem à vontade.

Paquerar: qu'est-ce?!

Revelação: Glow.

No próximo post, os restaurantes...............

29.5.11

Comer, comer



Olha! Um post anual no blog, que tal?

Essa semana saiu a revista Veja Comer & Beber, com os premiados de Brasília. Como eu concordo com os resultados em alguns casos, mas em outros, não, vou tentar fazer aqui a minha versão. Estendida, porque só aquelas categorias premiadas são muito chatas, tem que ter as dicas das comidinhas também.

Seguindo a ordem da revista, vamos começar pelas próprias comiditas, que causam a felicidade diária do cerumano:

Açaí - Não sei, não tomo.

Cachorro-quente - Também não tenho o hábito de sair para comer, nem gosto dessas papagaiadas de ervilha, molho de ervas e outras ecas. O único que eu traço direto é o da carrocinha da Cruz, na quadra 5 do Setor de Autarquias, porque é perto do meu trabalho. Peço só com molho quentinho, que derrete o queijo e equilibra a "crocância" da batata palha. Se estiverem com fome na área, podem ir sem medo, que é delicioso e eu nunca passei mal.

Café: Para mim, o único café perfeito da cidade é o do Cristina (202 norte). O Grenat se esforça mas não gosto muito do blend que eles servem (acho ácido), e nunca pedi outro (sei que eles têm). Já o machiatto deles é genial. E na Quitinete eles também geralmente acertam. Mas confesso que o que eu mais tomo é o da Freddo, no Iguatemi, só para ganhar a mini-bolinha de sorvete grátis que acompanha a xícara. ;)

Casa de chá: Vou começar a avaliar essa categoria quando eu fizer 60 anos.

Chocolate: Kaebisch, sem discussão. Chocolate que seria excelente em qualquer lugar do mundo. Na falta, Stans e Cacahuá, nessa ordem.

Crepe: Eu gosto do Mariposa, porque a massa é crocante, quase frita, mas é um gosto muito pessoal. O Crêpe Royale tem umas coisas mais afrescalhadas, com camarão, queijos franceses, curry, também são gostosos. O Tio Gu, o C'est si bon e La Crêperie também são competentes. Para falar a verdade, nunca comi um crepe que achasse ruim, até daquele do posto de gasolina (Crepe de Paris) eu gosto.

Doce: Briand, né? Da Rappel eu tomei birra. O resto, acho tudo leesho, sorry confeitarias. (mas ainda preciso experimentar esse Delícias Lusas, sou fã de doce tuga)

Empada: Pula.

Empório gourmet: E tem? Na falta, La Palma é um pouquinho mais completo. Depois, Bellini (tem uns molhos prontos importados) e Mercado Municipal (alguns queijos e frios), e o sonho de que o site do Sta. Luzia de SP comece a entregrar no DF.

Frozen yogurt: Yoggi de Jabuticaba e calda de damasco.

Padaria: La Boulangerie, sem discussão. Em segundo lugar, os pães do Mercado Municipal, principalmente o italiano e o português, de azeite.

Pamonharia: Taí uma coisa que eu amo e não sei por que nunca compro.

Pastelaria: O melhor que comi ultimamente foi o da Universidade do Pastel, na Feira do Guará.

Pizza por pedaço: Não sei, mas detesto a Dom Bosco, não consigo entender como todo mundo ama e virou um clássico brasiliense. Se bem que, se vc olhar os outros clássicos brasilienses...

Salgados: O kafta da barraquinha da 112 entrou nessa categoria, é campeão na minha lista. Mas no quesito salgadinho clássico, o melhor é o da Sweet Cake.

Sanduíches: Os panini do Cardinale, alguns do Marietta e o hambúrger do Outback (meu preferido é o menos saudável, claro)

Sorvete: A Rappel nem apareceu na revista, acho o sorvete deles perfeito. Mas ultimamente tomo mais o Freddo, pela novidade.

Sucos: Bibi Sucos de Ipanema, não pode?

Tapioca: A que eu faço em casa, com a goma molhada que vende no La Palma (às sextas chega fresquinha). Fora essa, a Maria Bonita, do Sudoeste, é a única que eu experimentei, e é ótima.

Temaki: A Koni do Sudoeste é a melhor, a da Asa Norte é boa também, a da Asa Sul não. E aquela do Pier 21 é boa.

Vinho: Nicolas, não pode? Não entendo muito de vinho. Eu compro na SuperAdega, mas aceito dicas de lugares melhores (mais baratos, ok?)

E não sei se faltou essa categoria, ou se deveria ter entrado junto com os saunduíches, mas o fato é que ignoraram os...

Kebabs: O da Torre é o mais autêntico e trashón, mas meio irregular: tem dia que tá ótimo, outro que tá meio ruim. O Keb (105 sul) é mais arrumadinho, desses de franquia, e muito gostoso também. O Halal (acho que é esse o nome, na 408 sul) é um lance mais gourmet, de sentar e comer com garfo e faca, acho meio chato (mas é saboroso).

Bem, é claro que eu não conheço todos os lugares que a revista indicou. Se alguém tiver dicas de lugarezinhos imperdíveis, aceitamos nos comentários!

No próximo post continuo com bares e restaurantes. Ou não.

2.5.10

quantas notas?


Ouve a partir de 3:48 e vê se em Bad Romance a Lady Gaga não deu uma chupadinha no OMD.

19.4.10

urbike



















Muito legais as bicicletas urbanas da B'Twin. Quem estiver em SP pode comprar na Decathlon. Pena que não vendem online também.

9.12.09

glo-ri-a, glo-ri-a!

Estou adorando escrever desincumbido das morais sociais porque nossos dois leitores e meio© agoram são só meio.
Por isso limito-me a registrar o passamento com o passamento, há cinco anos já, de Laura Branigan. O legado de La Laura, pouco extenso, é significativo: Gloria e Self Control.
Um brinde com martini bianco pra ti, Laura.

4.12.09

quintino

Na lojinha do tio iTunes eu cruzo com a Leona Lewis pagando de gata. Conferi o último clipe da moça e me surpreendi com o conteúdo: a crítica urbana, a denúncia social, a ousadia de filmar tudo em (o que parece ser) Havana e a cantora pagando de suburbana de Quintino. Confiram e me digam se não é quase A Grande Família?


(nada melhor do que cantoria histérica+suburbanidade para marcar minha reentrée na sociedade blogosférica)

31.8.09

yes, si, oui etc.

E por falar na maldição do poeirón, espero que ela não atinja os Pet Shop Boys, que vêm tocar no (péssimo) Marina Hall no dia 11/out. É verdade que eles já não emplacam hits como antigamente, mas não é preciso forças sobrenaturais para completar o mau augouro das nossas rádios jabazentas e público sem noção.

Pela terceira vez os rapazes velhinhos da loja de animais vêm ao país, agora para promover o ábum Yes que, sim, está bem bom. Com direito a sample de Tchaikovsky e uma faixa censurada na China, a opinião geral é que é o melhor deles em uma década. Ouçam!

A turnê Pandemonium, pelo pouquinho que eu já consegui assistir, também está muito linda. Como sempre, o cuidado visual é primoroso e eles misturam milhões de referências - Lego com Gerhard Richter, por exemplo.



A cenografia é da Es Devlin (jovem talento do teatro/ópera inglesa, já trabalhou com o starchitect Daniel Liebeskind), que faz cubos móveis de papelão branco virarem paredes, palco, escadas e tomarem vida na forma de dançarinos e vocalistas mezzo humanos, mezzo formas geométricas; é genial!

Além de Brasília o show vai passar por:
* BH (9/out) - Chevrolet Hall
* SP (13/out) - Credicard Hall
* RJ (14/out) - Citibank Hall

Em Brasília, a venda oficial dos ingressos começa amanhã, por esse site aqui. COMPREM!